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Foi publicado pela Aletheia Editores, no passado mês de Junho, este livro do Filósofo Antony Flew (falecido recentemente), que nos conta na primeira pessoa a sua evolução pessoal de 60 anos de convicção ateia até à sua conclusão, em 2004, racional de que deus existe.
Lê-se no capítulo 10, página 133, “[…] a viagem da minha descoberta do Divino foi até aqui uma peregrinação da razão. Segui a razão até onde ela me levou. E ela levou-me a aceitar a existência de um Ser auto-existente, imutável, imaterial omnipotente e omniscente [enfâse meu].

Pessoalmente estou convicto de que a existencia de um ser supra espaço e tempo é apelativa. Porque sugere um enquadramento lógico e verosímil. Mas abre o precedente de pensarmos seriamente numa suprema dimensão, fora do espaço e onde fica então disponível a oportunidade para criar o Espaço e a Luz e naturalmente, por inerência, o tempo. Em tal contexto será obrigatório que esse ser seja omipotente e omnisciente. Acho que uma analogia é pensar neste ser como alguém que tem perante si uma máquina como um computador que pode usar como muito bem entende, que desenvolve um software com um conjunto de regras que permite a evolução de um universo na memória e disco inicialmente inerte da máquina. Imaginemos que o computador tem uma capacidade de processamento, que os 14 mil milhões de anos de evolução actuais do nosso universo ocorreram em qualquer coisa como o equivalente a 14 segundos na dimensão suprema. O ser terá poder sobre tudo, pode intervir quando quiser. Imaginemos ainda que ao 20 segundos da dimensão suprema não gosta da tendência do “nosso” universo e carrega no botão de “escape”, faz um pequeno ajuste nas condiçoes iniciais e recomeça a simulação… Que teríamos agora? uma reconstrução do Universo? uma versão nova do nosso universo? um multiverso?
Gosto destas ideias! Mas ocorrem-me depois questões adicionais… porquê só um ser? Quem será Deus? o ser que carrega no botão, o que ajusta as regras iniciais, o construtor do “computador”? Se existisse uma suprema dimensão porque teria apenas um ser?
E mais gosto destas ideias! E se na suprema dimensão existe um colectivo que leva ao ser que faz experiências no “computador” que gosta que surjam colectivos que podem criar os seus computadores e criar os seus mundos? não faria isso de nós seres criados à imagem do criador? e se tomassemos o rumo de eventos que levam ao destino que Deus quer não evitaria tal uma utilização de tecla de “escape” e uma reformulação das regras iniciais? Não faria tal também de nós de alguma forma divinos? Acho que sim, que faria. E acho também que a consciência de tal realidade abrir-nos-ia novos horizontes, enfrentar um nova era e uma dimensão colectiva renovada.

Sei que esta minha analogia é ousada e eventualmente descabida. Mas creio que encerra parte do que apreendi do livro e tenta abrir novas ideias para reflexão.
Gostei particularmente da analogia do telemóvel que segue a segunda parte do Livro de Flew esta minha não teria existido se fosse aquleoutra e este livro.

O livro vale a pena. Para uma primeira edição pareceu-me extremamente competente, sem gralhas ou indícios de qualquer desleixo. Merecia eventualmente uma melhor capa. Esta versão inclui dois anexos que trazem algum valor adicional. O primeiro anexo com o título “O «novo ateísmo»: uma apreciação crítica de Dawkins, Dennett, Wolpert e Stenger” e o segundo “A auto-revelação de Deus na história humana: um diálogo com N.T. Wright sobre Jesus”.

Entretanto encontrei na blogosfera um artigo sobre este livro que direcciona para o link a seguir que disponibiliza o conteúdo completo do livro que pode ser de interesse para quem se interessa pelo assunto.
DEUS EXISTE – Antony Flew

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Não sei bem porque me apeteceu pegar em livros de Paul Arden, creio que gostei dos títulos e, depois, das capas.
Peguei então numa cópia de Whatever You Think, Think The Opposite e noutra de It’s Not How Good You Are, It’s How Good You Want to Be e lancei-me na Leitura.
Pareceram-me essencialmente livros artsy que dizem coisas positivas com as quais, em regra, é fácil concordar e onde o design tem um papel importante.
A cada página (ou par de páginas) o autor tentou ser relevante e ter uma ideia de ilustração ou design interessante. Parece que aqui e além foi a ideia da ilustração ou design que originou o texto. Não vejo nisso grande mal. Mas obviamente é dificil um autor manter-se no seu melhor, e ser relevante em todas as páginas.

Gostei mais de Whatever you think talvez porque assume um risco maior e porque em grande parte do que é dito mostra-se ilógico e, estranhamente, compreensível. Por exemplo gostei de: The world is what you think of it. So think of it differently and your life will change.
Em It’s not how good you are é mais evidente o background profissional (publicidade/criativo) do autor. Evidenciado por exemplo na página 88 em get out of advertising. Existem ainda apontamentos que me dizem muito como: give away everything you know and more will come back to you ou a citação de samuel Backett “Fail, fail again. Fail better” que me parece digna do llivro Whatever You Think, Think The Opposite .
Estes livros são um pouco dificeis de classificar… talvez se possam classificar como objectos “pop” e eventualmente até um pouco pretenciosos. Mas, para o melhor ou para o pior, eu gostei de os ler.

Amazing Spider-man #601

Red-headed stranger: No place like home

capítulo anterior

A capa e as primeiras páginas deste número revelam desde logo a surpresa do número 600, o regresso de Mary Jane Watson!

A capa é particularmente boa, tem a MJ no centro a beber café/chá quente, com umas revistas de moda, o comando de televisão, e o jornal DB, enquanto se vislumbra, pela janela, o Homem-Aranha balançando-se entre prédios. Esta imagem não revela muito mas sintetiza, de facto, muito do que acontece neste capítulo da história.

Na capa é também prometida uma história bónus (a back-up story) da autoria de Bendis e Quesada… um bom incentivo para por as mãos neste número da revista.

A página de recapitulação estabelece qual o status actual da relação entre MJ e PP. É esclarecido que MJ é a mulher com quem PP ia casar. O que faz algum sentido! Pois a premissa que deu origem à fase Brand New Day foi o acordo feito por MJ com Mephisto para reverter o casamento entre ela e PP. Logo o que foi revertido foi o casamento, nada mais! Donde a existência de uma história entre os dois, anterior ao casamento é plausível.

A história começa às 8 da manhã do dia a seguir ao casamento da Tia May. JJ Jameson Jr acusa o HÁ de, em conjunto com o Dr. Octopus, ter tentado destruir a cidade.
JJ Jameson Jr acusa o HA de, em conjunto com o Dr. Octopus, ter tentado destruir a cidade.

Peter Parker acorda com uma inaudita ressaca. Tenta recordar os eventos do dia anterior… a dificuldade em se aproximar e falar com MJ.

Peter vira-se e descobre que está na cama com Michele. Esta não gosta nada do facto de ele nem se lembrar do que fizeram e opta por lhe ordenar que saia da casa dela!

Peter faz-se à estrada e vai-se lembrando da conversa que teve com MJ, embora tenha dificuldades em se lembrar de alguns detalhes. Ao chegar a casa da tia May, onde procurava um lugar para ficar agora que está sem abrigo, descobre que esta está ocupada por familiares do seu novo marido. E definitivamente não pode ficar por ali.

Por mais que tente PP não consegue lembrar a conversa que teve com MJ. Tem quase a certeza que combinaram algo, mas não se lembra o quê. Como desde o desde a noite anterior não sabe do seu telemóvel Peter procura o seu amigo Harry Osborn, para tentar obter o número de MJ, mas descobre que este aparentemente sofreu as nefastas consequências da actual crise económica.

Ao passar pelo DB, tentando resolver alguns dos seus problemas, surge uma emergência no empire state building. E lá vai o Aranha salvar o dia! Finalmente lembra-se que marcou encontro com MJ na grande estação central, às 8 horas. Consegue lá chegar à 19:55, mas até às 9:15 nada de MJ…

MJ acorda às 21:20, não querendo acreditar no número de horas que dormiu… Lembra-se do encontro marcado mas está irremediavelmente atrasada. Liga a TV e ouve as notícias que falam no acidente e da intervenção do Há, donde conclui que PP esteve ocupado! (Existindo aqui mais uma pista importante sobre aspectos da relação entre os dois que persistem nesta fase Brand New Day.)

Em desespero Peter volta para casa de Michele…

A aventura continua nos próximos capítulos!

A seguir surge uma história de seis páginas entitulada “The best version of my self”.

A história é basicamente uma ret-con de Jessica Jones [que eu aprendi a conhecer como ALIAS há alguns já largos anos atrás], actual companheira de Luke Cage, que a coloca ainda muito jovem numa aventura inicial do aranha, onde este lhe terá servido de inspiração para a sua vida futura!

O estilo da história é um pouco das histórias de Bendis… pequenos planos que não mudam muito e se repetem bastante, muito palavreado e o ataque com uma ideia fulcral. Aqui Jessica com a filha ao colo (a filha de Luke) e Peter conversam sobre o seu primeiro encontro.

A ideia:

You want your kid to see the best part of you?

Don’t tell her…

Show her.

Depois vê-se o aranha juntar-se aos vingadores (os actualmente fora-da-lei paradoxalmente os bons da fita!)e ao que parece esta história continua na revista “New Avengers”.

Princípio

Jaquina arrastava-se um pouco, movia-se com dificuldade, mas naquela tarde nada a faria mudar o rumo, nem as artroses, nem a inércia que se apoderava dela todos os dias, nem o sol abrasador que se impunha no zénite. Cada movimento era um misto de dor e de prazer, custavam o tamanho do mundo no entanto não tinha forças para mais nada…

A casa dos súbditos do senhor é um campo aberto, tem muros mas não tem tecto, tem a porta aberta e todos podem entrar, as câmaras do repouso são geridas de forma justa, mas reina nelas a justiça de forma suprema…

O filho, a mãe e o marido, estavam todos ali comungando o jus da vida.

Aproximou-se do filho, pé ante pé, por entre os estreitos corredores, finalmente abeirou-se dele, olhou-o, limpou-lhe o rosto e beijou-o repetidamente e foi chorando pesadamente, com dois rios a sulcar-lhe o rosto. – A mãe ama-te muito querido filho! – Disse ela por fim.

Um longo silêncio abeirou-se e ficou entre eles.

– A mãe nunca te esquece filho! Agora vou ver o paizinho.

Jaquina ergueu-se lentamente, com dificuldade, e necessitou de algum apoio para seguir pelo corredor estreito. Com paciência dobrou a esquina e desceu um pouco… de súbito parou e virou-se para a direita…

– Mãezinha!… – gritou ela suavemente. Deu dois passou curvou-se pouco a pouco e deu-lhe dois beijinhos.

– Faz-me tanta falta mãezinha. – virou-se um pouco e sentou-se.

– Faz-me tanta falta! Vossemecê nem imagina. – voltou a dizer.

– Vá! Tenho de ir. Vou ali mais a baixo falar com o Zé. – Virou-se um pouco, apoiou-se nas suas mãos e disferiu mais beijinhos. – Até logo mãezinha!

O sol brilhava cada vez mais, a luz era imensa e o calor apertava. Os movimentos dolorosos eram crescentemente mais difíceis. Jaquina não sentia dor, nem se queixava de nada. A filha amparava-a com a mão, não dizia nada, tentava não sentir o quer que fosse mas os olhos estavam túmidos… não fazia mal, só a mãe é que podia dar conta, mas não era hoje, não era agora, nunca seria ali.

Jaquina deu uma sacudidela tão rápida quanto é possível a uma pessoa da sua idade, dobrou-se sobre a fotografia e deu muitos beijinhos quase silenciosos.

– Zé, meu amor! – murmurou. Depois encostou a cabeça e assim ficou…


Está nas bancas este número fora-de-série da revista Science et Vie à qual vale a pena dar uma vista de olhos!
No essencial o que podemos ver são 44 imagens de de duas folhas (pouco mais que um formato A3), fotografias do universo desde o infinitamente grande (10^26 – 10 mil milhões de anos luz) até ao infinitamente pequeno (10^[-17] – dez attometros).
Estas imagens podem ser seguidas na animação na página desta publicação. onde se ganha em perceber os diferentes focos que se vão fazendo: a via láctea, a terra, a França, Paris, pele, moléculas, átomo, etc. A animação permite ver o essencial… a revista vale a pena pela grandeza das imagens e a qualidade da impressão.
É importante ter em mente que algumas imagens ainda estão fora do nosso alcance de observação e são ainda apenas interpretações artísticas de conhecimento teórico que possuímos actualmente. De qualquer maneira é uma abordagem interessante! Talvez não seja particularmente original, mas é bem executada e uma boa actualização do conhecimento corrente.
Espreitem! Vejam se gostam como eu gostei.

Ms. Marvel #34
À primeira é uma simples história da Carol Denvers, que desde a Invasão Skrull tem evitado usar os seus poderes de Ms. Marvel, em que o homem-Aranha faz uma aparição mais ou menos involuntária.
Esta história relaciona-se com a revista MS. Marvel Annual #1 que não li!
Daquilo que consegui perceber, Carol Denvers conseguiu recuperar uma cabeça de um robot/andróide que sabe ter informação relevante. Este capítulo começa com ela a ter ajuda para retirar a memória dessa cabeça e prossegue com ela a dirigir-se debaixo de fogo para um barco onde está (descobrimos a certa altura) uma entidade chamada Essential que tem um qualquer dom de coligir informação sobre o que quer que seja. É claro que o aranha aparece para evitar barulho no bairro onde mora a tia, mas acaba por ter um papel essencial para os objectivos da Ms. Marvel.

Tirada bem humorada do Aranha
HOMEM-ARANHA:
Am I the Amazing Spider-Taxi?

Momento interessante
MS. MARVEL
This is eighty teraflops of holographic storage. Is this enough?

Outro Momento
ESSENTIAL
Norman Osborn sees you as a threat.
He will destroy you.
MS. MARVEL
Not if I destroy him first.
ESSENTIAL
I will be watching with great interest.

Ainda ou momento, novamento com o Aranha
SPIDER-MAN
I am so gullible. I do anything I am asked!
Why?
Because she’s a Blonde?
Nah, that can’t be…
Because she looks good in those boots she wears?

A verdade é que CD pede ao HA para entregar o saco que contém informação que lhe foi dada por Essential dentro de duas semanas, num cacifo específico na grande central. O HA um pouco passado dos carretos diz-lhe que se fizer tal coisa quer um encontro com ela.
Queres o Quê?! – responde Carol.
Mas a verdade é que não leva um não.
Obviamente que o aranha não se contém e pergunta:
“Porque é que aceitas falar sobre um encontro entre nós?”
“Porque confio em ti.” responde ela. Mas como é lógico não é a única razão.

Esta história surge já sobre a bandeira “Dark Reign”, mas para já não é óbvio porquê. Pelo menos para mim.
Parece haver um problema do enquadramento temporal da história. Na primeira leitura escapou-me completamente o que se passava na primeira página. Acontece que quando se vira para a segunda página esta diz “36 horas antes”, mas no final percebe-se que que a primeira página ocorre quando a MS. Marvel recolhe a encomenda do Homem-Aranha que tinha pedido para ser entregue dentro de duas semanas! E a segunda página é antes do encontro com o aranha. Como é só passam 36 horas. Enfim não é completamente inverosímil, mas então não era necessário lançar a confusão a pedir a entrega dali a duas semanas.

MS. Marvel #35
A história neste capítulo começa com um flashback vários anos atrás onde se vê a Ms. Marvel e o Capitão Marvel a entre ajudarem-se para salvar a aterragem de um vai-e-vem espacial. Carol diz que a população olha para ele como algo… especial.
Na actualidade, elementos da igreja de HALA da Carolina do norte reagem à aparição dos novos vingadores (a versão Dark de Norman Osborn), afirmando que o Capitão Marvel não é o verdadeiro, Não é aquele em que acreditam.
Carol está com o seu colega também ex-agente, Michael Rossi, e com o seu antigo adversário, Rick Mason.
Carol recebe uma nova identidade civil “Catherine Donovan”.
Mason tenta perceber os dados fornecidos por Essential (aqueles que o HA ajudou a recuperar), mas estes não são automáticamente compreensíveis.
Michael resume que sabem que o Norman Osborn tropeçou em algo chamado Ascension e que a deu a Ghazi Rashid para atacar “Catherine” depois de esta se ter recusado a juntar-se aos vingadores (negros).
Surgem nos monitores notícias de um massacre, algo relacionado com a igreja de HALA.
Carol vai para o local, porque reconheceu o novo (negro) Capitão Marvel entre as pessoas que surgem nas imagens.
Depois de ver o local dos acontecimentos Carol encontra-se com o novo Capitão Marvel.

CAPITÃO MARVEL
I am Noh-Varr of the Kree.
I know what Mar-Vell meant to…

Carol Denvers não secontrola e ataca-o.
MS. MARVEL/CAROL DENVERS
SHUT UP!
You don’t say his name!
YOU NEVER SAY HIS NAME!

Noh-Varr explica a CD a sua relação com Mar-Velle parte avisando para ela se lembrar daquele encontro. Desta vez ela atacou-o duas vezes e ele nenhuma. Da próxima vez será diferente.

De volta Junto do amigos, Mason afirma saber onde o Ascension foi encontrado e como foi passado a Ghazi Rashid.

A cena seguinte para Ghazi que conversa com um seu conhecido Asif. Este refere que aquele está desesperado para obter vantagem para se vingar de uma super-poderosa americana só porque ela lhe deixou uma cicatriz no Pescoço.

GHAZI RASHID
I have no injuries, Asif.
I am perfect in body and soul.
I am perfect.

e prova-o!

Ms. Marvel #36
The Death of Ms. Marvel part 2 of 3 – é mesmo assim! Não sei, para já, onde é que aconteceu a parte 1.

A história abre em flasheback com Carol Denvers a recordar um momento em Paris e o facto de ter amado Rossi, mas apesar de saber que isso aconteceu não retém nenhuma emoção ligada a esse evento. Tal deve-se ao seu passado com Rogue, altura em que esta se tornou na Ms. Marvel.
Ainda em flashback, Mas num tempo mais recente, remontando apenas a 6 meses atrás aquando da invasão Skrull, MSM conta-nos o que lhe aconteceu:
• Os Skrull mataram o seu namorado;
• Invadiram o seu planeta;
• Destruíram a sua cidade;
e ela matou muitos deles, lutou duramente, mais duro do que algumas vez tinha lutado e ganhou… ou pensava ela que tinha ganho, mas ardia tanto por dentro, as mãos tremiam, todo o corpo lhe doía galopantemente, era a entidade alienígena Cru com que tinha partilhado o corpo durante algum tempo que partia do seu corpo.
Carol continuou a lutar mas com dores extenuantes quando usava os poderes de MSM. A certa altura voltou a encontrar Rossi que marcou um encontro numa mensagem que mencionava Ghazi Rashid e o Ascension.

Novo Flashback que nos mostra as relações entre Norman Osborn e Ghazi e as motivações daquele e a forma como usou o Ascension. Obviamente as razões prendem-se com a MSM.

Denver, Rossi e Mason partem para Hong Kong numa tentativa para antecipar os movimentos de Ghazi.
Quando localizado Ghazi, Carol tenta imprudentemente derrotá-lo desconhecendo as capacidades actuais.
RASHID faz uma revelação sobre Rossi que surpreende Carol. E Claro as coisas estãomal paradas para o lado de Carol Denvers AKA MSM (Ms. Marvel).

Ms. Marvel #37
Dark Reign (yellow)
[atenção se segue esta revista este resumo contém informações relevantes sobre a história que podem estragar-lhe o prazer da leitura!]
Ainda não mencionei as páginas de recapitulação do que se passou anteriormente são correntemente, nesta revista, feitas na forma de cartas dos serviços de informação da força aérea americana para o Director Norman Osborn dando conta das informações disponíveis sobre CD/MSM. é um artifício bastante bem executado! Esta sétima carta para o Director Osborn não é excepção.

O título deste capítulo é “The death of Ms. Marvel” – Conclusion.

Bom… as coisas estavam mal paradas… Rossi e Mason ouvem Ghazi Rashid repetir o segredo de Rossi. Rossi não compreende porque é divulgada informação de forma tão prematura. Mason percebe que algo esta errado!
Inicia-se uma dura batalha entre MSM e Ghazi. Carol é levada aos seus limites e de repente todas as recordações e emoções estão de volta. Ghazi – o aeu primeiro inimigo; Rossi – O seu primeiro amante; Mason – a sua primeira missão e o seu primeiro falhanço. A meio da luta MSM fica incandescente e explode nos ares!
Mason desloca-se para o local onde estaria Rossi e tem uma bela surpresa!
Rossi trabalhava de facto para o lado de Norman Osborn e aparentemente reverteu a situação de Ghazi; mas também recebe [isto numa cena à posteriori] uma visitinha surpresa de alguém que tembém negociou umas coisitas com Norman Osborn.

No edifício dos Vingadores, Norman Osborn Informa Karla Sofen que ela é a única MSM.

Ms. Marvel #38
Dark Reign (Red)
“Meet the new boss…”

Imagino que o vermelho de “Dark Reign” na capa da revista tenha um significado específico, que estamos mesmo embrenhados no reinado tenebroso de Norman Osborn. A capa não deixa dúvidas, o “S” que antes fazia parte do uniforme de MSM/CD passou a ser agora à estrela clássica do Capitão Marvel, e o dito “S” passou para o novo logotipo “Ms. Marvel”.
Não há dúvidas (isto na medida em que na banda desenhada há certezas) Carol Denvers já era. Vamos lá então ver o que se passa com Karla Sofen que antes dava pelo nome de Moonstone.

Esta história da Nova “dona” da revista começa com esta a caaçar criminosos e a fazer poses para a câmara. De volta ao QG dos Vingadores é obrigada por Normam Osborn a submeter-se a prova psiquiátrica. A prova gira em torno da morte da mãe d eKarla que esta esconde atrás de pensamentos sobre o Hulk! A prova não termina nada bem para o avaliador. E, Norman Osborn não parece reprovar os resultados. São tempos negros no QG dos Vingadores!

MS. Marvel #39
Dark Reign (Red)

Esta nova história começa algures no deserto da arábia saudita.
Um ser algo alienígena mas com forma humana feminina em tons de rosa aparece a uma fila fe jeeps, fala uma língua estranha. Algumas pessoas parecem perceber que existem dois lotes; um barco; e outro em Atlanta.
Na cena seguinte algo está a cair sobre Atlanta. Um meteoro cai sobre um prédio e MSM tenta minimizar os danos (embora não seja assim tão claro à primeira vista). Mas em qualquer dos casos os entrevistadores concedem os louros da proeza à nova MSM. A meio das muitas perguntas há um jornalista que questiona: “já está preparada para comentar onde para a Carol Denvers?” Karla é apanhada de surpresa: “o que é que disse?” Karla insinua que Carol devia ter qualquer coisa a ver com os Skrulls e foge dali par o QG dos Vingadores.
Aí, Norman Osborn quer perceber toda a história. Porque a tinha enviado a uma célula da A.I.M para oferecer paz e em vez de a obter teve como resultado um estranho ataque sobre Atlanta.
Na verdade o Meteoro tinha sido lançado pela célula AIM sobre Manhattan e Karla foi avisada apenas 5 minutos antes quando lhe estavam a ser mostrados um lote de pequenos seres MODOKs melhorados com os protocolos MODOK e Storyteller que alegadamente podem criar o que quer que seja com a mente.
Estão a imaginar o que aconteceu? …
Na história também temos de imaginar!
O ser algo alienígena descobre o barco com o outro lote de MODOKs melhorados e os seres perguntam:
Quem és tu?
Tu não és quem nós chamámos!
Tu não és a Ms. Marvel!

Afinal a nova Ms. Marvel fez algo ternurento que nós não esperávamos e isso leva-a ao tal barco onde esta o ser alienigena mas de forma humana agora amarelado.

KARLA SOFEN:
No…
You want the babies?
You have to kill me first.

Arte excelente de Sana Takeda!

Ms. Marvel # 40
Dark Reign (red)

A capa deste capítulo promete-nos mais arte de Sana Takeda e aparições na história do Deadpool, do Homem-Aranha e do Wolverine. E na verdade, todos eles aparecem neste capítulo.
A participação de Takeda fica-se por 13 páginas (imagino que ele não tenha o ritmo necessário para a publicação mensal americana). As restantes páginas são divididas por Luke Ross no desenho e Rob Schwager nas cores.
As três primeiras páginas não são de Takeda. Estas parecem efectivamente terem sido deslocadas do meio deste capítulo, conferindo um interlúdio inicial que resulta aqui muito bem. Embora esta cena cronologicamente pareça não fazer sentido tal não pertuba em absolutamente nada a história.
O começo é um gag com Deadpool a ser recrutado à força para trabalhar com a unidade secreta de investigação da AIM, com o recrutamento a ser feito por teletransporte. O objectivo é que deadpool ajude a reaver os MODOKS que estão na posse da organização dirigida por Norman Osborn, a HAMMER.
Entretanto Karla Sofen foi deitada abaixo pela forma de vida aparentemente humana e amarelada que também pode ser alienígena. Reúne as forças da Moonstone e volta à acção.
A forma de vida amarela ataca o QG dos Vingadores onde Karla tinha escondido um lote de MODOKs melhorados (estão a ver a incongruência da cena inicial? os MODOKs Ainda não estão onde Deadpool os vai buscar!). Iron Patriot AKA Norman Osborn, O Capitão Marvel e Venom tentam defender o seu território até terem a ajuda da nova MSM que consegue rechaçar o ataque.
N.O. e alguns companheiros vingadores resolvem por os MODOKs melhorados em lugar seguro: a montanha dos Thunderbolts.
É então para esse local que Deadpool é enviado embora precise de “despachar” 107 agentes HAMMER para cumpri a missão.
É a vez de surgir o Homem-Aranha que é seguido pela tal forma de vida de forma Humana/feminina e verde que lhe desenhauma figura entre os prédios que não é desde logo discernível pelo leitor.
Depois é a vez de Wolverine e Luke Cage serem abordados pela mesma forma de vida desta feita de cor púrpura que lhes desenha o “S” de MSM de Carol Denvers no chão.

MS. Marvel #41
Dark Reign (red)

O novo capítulo apresenta-nos uma capa curiosa. 1) o desenho passa a ser de um tal Ariño, Sergio Ariño que aparentemente é dado a menos detalhes de fundo/cenário mas cujo estilo não difere substancialmente do de Luke Ross no número anterior; 2) Aparecem na capa as duas Ms. Marvel com Karla Sofen com o pé no pescoço de Carol Denvers. What’s going on here?
O capítulo começa com o bem humorado deadpool a fazer o seu trabalho e mesmo a explicar-nos o que são MODOKs -Mental Organisms Designed for Killing.
O Homem-Aranha persegue a tal forma devida, verde, que o leva até… 12 MODOKS melhorados e mais três formas de vida de cores diversas (aparentemente Azul, Amarelo e Laranja[?]).
Em conjunto estas formas de vida revelam ser a MS. MArvel/Carol Denvers.
Karla vê o símbolo verde desenhado num prédio e percebe o que está a acontecer e com a ajuda de N.O. localiza Deadpool e intercepta-o. Como sempre Deadpool tem a sua piada.
Os vingadores (os verdadeiros: Ronin, Wolverine, Spider-Woman, Luke Cage, Spider-Man e Capitão América) juntam-se à força de vida e atacam a unidade secreta de investigação da AIM. Reúnem todos os MODOKs e as formas de vida coloridas o que trás de volta a Ms. Marvel original.

capa de Wolverine: First Class #16
Wolverine: First Class #16
BEDAZLED
Esta revista tem como foco a aprendizagem da Kitty Pryde, enquanto adolescente, para se tornar uma X-Men (a grande equipa de super-heróis mutantes). Para tal ela tem de sobreviver como membro original da “wolverine: First Class”.
Peter David continua a dar-nos pequenas simples e singelas histórias sobre o Universo X.
Nesta história o foco está sobre a Dazzler que está na iminência de cantar o hino no Super-Bowl. Mas eis que surge uma ameaça pintada na parede, “DIE”, o que em português seria “Morre” ou para dar sequência à piada subjacente talvez desse jeito traduzir por “Parte!”. Mas receio que o gag nunca seja realmente traduzido, veremos quando surgir por aí a versão brasileira!

Na sequência da ameaça o professor X manda Wolverine para tratar da segurança de Dazzler. A felecidade de Kitty é enorme, vai trabalhar com a Dazzler. Quanto ao Wolverine é a de que o “Disco sucks!” – He’s just saying.
Theresa Cassady AKA Siryn está de visita e descobre que Kitty vai trabalhar com a Dazzler e também quer participar, um pouco para desgosto de Kitty. Ora as coisas complicam-se ainda um pouco mais quando uma das coristas de Dazz adoece. É ai que Terri/Siryn tem a sua oportunidade pois a sua vanatagen está obviamente na voz.
Wolverine e Kitty detectam um suspeito no público, Dazzler e Siryn dão uma ajuda do palco. Mas a coisa foge um pouco de controlo e o espectáculo é interrompido… E afinal foi apenas um falso alarme. A veerdadeira ameaça estava noutra tarte, ups… parte! Um pouco mais perto do que se imaginava e Kitty quase que chegou lá. Mas no final tudo acaba bem.
A capa é eficiente e não está completamente fora do que se passa na história.
A arte é demasiado cartoon para o meu gosto mas é eficiente.
A história não tinha grandes pretenções, acho que pretende tão somente entreter, e nesse sentido não falha, entretém…
Creio que existem alguns detalhes de continuidade que se deixarmos passar tornam a leitura mais fácil. O que me chamou à atenção neste aspecto:
1) Para uma Kitty e Siryn tão jovens Wolverine é demasiado Jovem!
2) O uso de um telemóvel na história dá um tom acftual… Mas a história devia ser algo no passado, mas parece ignorar-se isso! Um pouco como se isto fosse um outro universo o passado dos personagens passado, mais ou menos, na actualidade. Tratar-se-á de uma actualização para os jovens leitores actuais, o alvo primordial desta publicação, o que me parece uma estratégia completamente aceitável.
3) Mas então porque contínua Dazzler a cantar Disco? Paara justificar a sua fatiota? Hum, não sei… se fosse caso disso Peter David teria dado a volta à coisa, mas claramente não é essa a sua fasquia nesta Pequena história.